Textos e questões

Incluo o exercício corrigido e uma folha com explicações sobre os movimentos da terra.

Exercício resolvido

Material explicativo adicional

AULAS!

Coloco abaixo todas as aulas usadas até o momento. Na realidade incluo matrial adicional, nao utilizei todo o conteúdo para nao me aprofundar exageradamente.

Geocentrismo e Heliocentrismo

Modelos de Universo

Cosmologia e Modelos de Universo

O Sistema Solar

Movimentos sol-terra-lua

Ficha de exercícios

Palma, palma, não priemos cânico!

Como diria nosso amigo Chapolin Colorado, não se preocupem, não se desesperem. A ficha de exercícios vai ser entregue hoje durante a aula para que me devolvam na próxima semana.

 

 

Notícia: Hubble detecta nuvens de gás que formam estrelas em galáxia vizinha

Astros nascem na Grande Nuvem de Magalhães, a 200 mil anos-luz. Dados foram identificados por professor de astronomia em competição.

25/01/2013 10h19 Do G1

O telescópio Hubble, da agência espacial americana Nasa, registrou enormes nuvens de gás que entram em colapso e formam novas estrelas na Grande Nuvem de Magalhães, galáxia anã vizinha da Via Láctea, a cerca de 200 mil anos-luz da Terra.

Os astros recém-nascidos, por sua vez, iluminam as nuvens em diferentes cores. A região mostrada na imagem abaixo é chamada LHA 120-N 11. As partes mais brilhantes da foto são denominadas NGC 1769 (no centro) e NGC 1763.

Hubble viu nuvens de poeira que formam estrelas na Grande Nuvem de Magalhães (Foto: ESA/NASA/Hubble)

Ainda no meio da imagem, aparece uma mancha escura que encobre grande parte da luz. Essas nuvens de poeira contêm elementos químicos mais pesados e complexos, capazes de formar planetas rochosos como a Terra. Elas se parecem com fumaça e são formadas pelo material expulso por gerações anteriores de estrelas, ao morrerem.

Os dados da foto acima foram identificados pelo professor de astronomia americano Josh Lake, de Connecticut, na competição “Hubble’s Hidden Treasures” (Tesouros Escondidos do Hubble, em inglês). O concurso convidou os inscritos a descobrir dados científicos inéditos ao analisar o imenso arquivo do Hubble, e a transformá-los em imagens impressionantes.

Lake ganhou o primeiro prêmio com essa imagem, que contrasta a luz incandescente de hidrogênio e nitrogênio na LHA 120-N 11. O registro combina dados identificados em exposições feitas em luz azul, verde e próximo ao infravermelho.

Segundo os astrônomos, a Grande Nuvem de Magalhães está localizada em uma posição ideal para estudar fenômenos que envolvem a formação de estrelas. Isso porque ela fica suficientemente longe da Via Láctea para não ser ofuscada pelo brilho de corpos celestes próximos ou pela poeira do centro da nossa galáxia. Além disso, está quase de frente para nós, o que facilita a observação.

Notícia: Disco de estrela é capaz de gerar 50 planetas como Júpiter

Cientistas chegaram a essa conclusão após ‘pesarem’ massa do disco. Estrela, na constelação Hidra, fica a 176 anos-luz de distância da Terra.

01/02/2013 10h19 Do G1

Astrônomos do observatório Herschel, da Agência Espacial Europeia (ESA), descobriram uma estrela com massa suficiente para gerar 50 planetas do tamanho de Júpiter, apesar de ser vários milhões de anos mais velhas do que as demais estrelas que geralmente dão à luz planetas.

Os cientistas chegaram a essa conclusão após conseguirem “pesar” de maneira precisa a massa do seu disco protoplanetário – disco de material em volta de uma estrela, geralmente, recém-formada – que contém todos os ingredientes para a construção de planetas. Eles são compostos principalmente de hidrogênio gasoso molecular frio, que é altamente transparente e essencialmente invisível.

Utilizando esta técnica, uma massa substancial de gás foi detectada em um disco cercando TW Hydrae, uma estrela jovem de apenas 176 anos-luz de distância, na constelação de Hidra.

“Nós não esperávamos encontrar tanto gás em torno desta estrela de 10 milhões de anos de idade”, disse Edwin Bergin, professor da Universidade de Michigan e principal autor do relatório, publicado nesta semana na revista “Nature”.

Disco de estrela pode gerar até 50 planetas do tamanho de Júpiter (Foto: ESA-C. Carreau)

Segundo os astrônomos, esse tipo de disco maciço em torno da TW Hydrae é incomum para estrelas desta idade. Isso porque, dentro de alguns milhões de anos, mais material normalmente é incorporado à estrela central.

“Esta estrela tem uma massa muito maior do que a necessária para fazer nosso próprio Sistema Solar e poderia fazer um sistema muito mais exótico, com planetas mais massivos do que Júpiter”, acrescenta Bergin.

Planeta com vida
Em um estudo anterior do observatório Herschel, os cientistas já haviam identificado a TW Hydrae como uma estrela possuidora de um disco com água suficiente para encher o equivalente a milhares de oceanos da Terra.

Agora, o novo método de pesagem de disco revela que o volume de materiais disponíveis, incluindo água, pode ter sido subestimado neste e em outros sistemas.

“Com uma massa mais precisa, podemos aprender mais sobre esse sistema com relação a seu potencial de gerar planetas e a disponibilidade de ingredientes capazes de suportar um planeta com vida”, acrescenta o professor Bergin.

Notícia: Vento de estrela gigante é formado por milhões de fragmentos, diz estudo

Astrônomos constataram que vento estelar não é uma brisa uniforme.
Raras, as estrelas de grande massa reciclam material do Universo.
06/02/2013 08h00 Do G1
O satélite de raio X XMM-Newton, da Agência Espacial Europeia (ESA), concluiu o estudo mais detalhado já realizado sobre o forte vento de uma estrela gigante, informou a agência em nota divulgada na terça-feira (5).Os astrônomos mostraram, pela primeira vez, que o vento estelar não é uma brisa uniforme, mas sim fragmentada em centenas de milhares de pedaços, com diferentes temperaturas.“Outros estudos já deram a entender que os ventos de estrelas de grande massa não são simplesmente uma brisa uniforme, e os novos dados confirmam isso. Mas, eles também revelam a existência de centenas de milhares de peças individuais quentes e frias”, diz Yaël Naze, da Universidade de Liège, na Bélgica, que liderou a análise do estudo.
Estrelas gigantes
As estrelas de grande massa são relativamente raras, mas desempenham um papel muito importante na reciclagem de materiais no Universo. Elas queimam o seu combustível nuclear muito mais rápido do que estrelas como o Sol e vivem por apenas milhões de anos, antes de explodirem em uma supernova, devolvendo a maior parte de sua matéria para o espaço.Mas, mesmo durante suas “breves” vidas, elas perdem uma fração significativa de suas massas devido aos fortes ventos de gás, expulsos das suas superfícies pela luz intensa emitida pela estrela.Os ventos das estrelas massivas são pelo menos cem milhões de vezes mais fortes do que o vento solar emitido por nosso próprio Sol e podem moldar significativamente o ambiente ao redor. Eles têm força, por exemplo, para provocar o colapso de nuvens de gás e poeira, formando novas estrelas, ou o inverso: empurrar as nuvens para longe antes que tenham a chance de começar a formar os novos astros.

Fragmentos
Apesar da sua importância, no entanto, a estrutura detalhada dos ventos das estrelas gigantes era pouco compreendida até então.

Agora, com as observações do satélite XMM-Newton, os astrônomos puderam entender melhor como são os ventos estelares por dentro, por meio do estudo detalhado da variação das emissões de raio X da estrela zeta Puppis, também conhecida como Naos. Essa estrela é considerada a mais brilhante da constelação de Puppis e pode ser vista a olho nu da Terra, no hemisfério sul.

De acordo com a ESA, os raios X captados pelo satélite são fruto das colisões que ocorrem no vento entre os diversos pedaços que o compõem. Essas partes são aquecidas e arrefecidas, fazendo com que a força e a energia dos raios X emitidos por elas variem.

Foi dessa maneira que os astrônomos conseguiram identificar a quantidade de pedaços que fazem parte do vento estelar da zeta Puppis, concluindo que ele não era constante e uniforme, mas formado por centenas de milhares de pedaços.

Vento de estrelas gigantes é composto por pedaços quentes e frios (Foto: ESA–C. Carreau/Nazé)

Texto: Guia Mangá – Universo

Trabalharemos semana que vem com o 1º Capítulo do livro “Guia Mangá – Universo” (Novatec, ~R$45,00), Seria a Terra o Centro do Universo? Xerox disponível ao lado da Unidade do Chaco e na Unidade Alm. Barroso (R$1,50 na xerox a R$0,06).

A maior parte é em quadrinhos, bem simples de ler.

Turma de Biologia: leia até a página 73

Turma de Matemática: leia até o fim!

Abaixo coloco o prólogo em pdf disponível do site da editora, é só uma introdução opcional, vocês devem ler o 1º capítulo da xerox para a semana que vem!

http://novatec.com.br/livros/mangauniverso/capitulo9788575222829.pdf

Texto: O Que Aconteceu na Terra? Primórdios do Universo

Capítulo 1 – Primórdios do Universo, do livro “O Que Aconteceu na Terra?” de Christopher Lloyd e ilustrado por Andy Forshaw (Editora Intrínseca, ~R$50,00). Usei este texto ainda no 1º dia de aula e usarei os próximos capítulos enquanto formos avançando no conteúdo. Leitura leve mas completa. Só clicar no link abaixo e baixar:

1º Cap. O Que Aconteceu na Terra?

Vídeo: Poeira das Estrelas (Episódio 06)

Outro vídeo passado em sala de aula, o episódio 06 da série Poeira das Estrelas, produzida pela Globo e transmitida no Fantástico (duração de 10 mintos) em 2006. O físico brasileiro Marcelo Gleiser narra o processo do desenvolvimento da teoria do Big Bang.

Vídeo: O Universo – Além do Big Bang

Toda a história tem um começo, até mesmo a história do universo. A 13,7 bilhões de anos um misterioso evento deu origem ao universo. Uma grande explosão. É a história de criação de cada átomo, estrela e galáxia. Mas esta também é a nossa história. Como ao longo de milhares de anos o homem criou uma imagem do universo, tentou explicá-lo através da ciência e descobriu seu lugar dentro dele. Esta é a história de todas as coisas, de xamãs a cientistas, além do Big Bang.

Acima a introdução do vídeo usado nas primeiras aulas, mostrado abaixo. “O Universo Além do Big Bang”, uma produção do The History Channel de 2007, bem completa e atualizada, com uma hora e meia de duração e abordando todo o aspecto da compreensão humana do nosso universo e contando com participação de renomados astrofísicos e outros cientistas mundiais como Marcelo Gleiser, Neil deGrasse entre outros. Resume muito bem a parte inicial da disciplina.